sexta-feira, 14 de maio de 2010
Eu sou eu e minhas circunstâncias
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Eyjafjallajokull,UM ESPETÁCULO !
segunda-feira, 5 de abril de 2010
...e lá vou eu...
quinta-feira, 25 de março de 2010
É preciso estar atento e forte
terça-feira, 2 de março de 2010
COMUNICAÇÃO X INFORMAÇÃO
Não havia Animal Planet, ou Discovery Chanel,nem National Geografic, ou Google, etc.
Ou ainda a infinidade de publicações pretenciosas de satisfazer e alimentar a curiosidade humana em todas as direções para as quais ela se orienta.
Na sociedade do espetáculo, entretanto, há um inacreditável bombardeio de informações, de tal maneira que já não é necessário o esforço de buscar...
Tudo obedece à dominação da imagem que se impõe e tiranicamente submete (quase) todos à alienação da mídia deixando-os na suposição de que estão sendo "informados" e " esclarecidos".E poucos são capazes de pôr a cabeça fora do oceano devastador da sociedade de consumo que engolfa tudo e a tudo engole.
Não parece, mas houve tempo que não era assim...havia momentos solitários, próprios para pensar...refletir...descobrir...
Para alguns, isso pode começar cedo.
Lá, bem atrás,
no tempo das maiores descobertas,
no tempo dos por quês...
Pouca ressonância externa,
a criança entregue à criança.
Olhos abertos...
O desejo de ver, de saber,
de compreender
...e o pudor de perguntar.
Os adultos são tão certos!
Tão sábios!
Tão distantes!
Como chegar perto?
Melhor calar...
e a si mesma responder.
Janela aberta
e o raio de sol
vem acordar a manhã
do quarto escuro.
Infinitos e pequeníssimos
grãos de poeira fazendo festa no ar.
Dançando, cada qual
em seu próprio passo,
numa harmonia sem par.
E a criança viu ali
todo o Universo a vibrar.
Estrelas, cometas, astros,
nebulosas e...planetas.
Por sobre o planeta, os homens.
A cada manhã, o susto
- o que parecia forte,
seguro, confiável, sólido,
desmedido, interminável
era apenas...uma poeira no espaço!
O raio de sol a iluminou
- diante da criança
a fragilidade cósmica
e a sua própria insignificância.
" Tudo que eu quero é um acorde perfeito maior
Com todo mundo podendo brilhar no cântico..."
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Marcha da Quarta-feira de Cinzas
E lá se vai a ILUSÃO virando a esquina, prometendo voltar ano que vem...
E quando a Ilusão se distancia, deixa em seu lugar a ESPERANÇA.
Sim, porque há sempre no coração das pessoas uma talvez discreta ( ou gritante) insatisfação com a realidade do cotidiano.
Carlos Lyra e Vinicius de Moraes foram, como sempre, geniais :
Marcha da Quarta-feira de Cinzas
Acabou o nosso carnaval
Ninguém ouve cantar canções
Ninguém passa mais brincando feliz
E nos corações saudades e cinzas
Foi tudo que restou.
Pelas ruas o que se vê
É uma gente que nem se vê
Que nem se sorri, se beija
e se abraça e sai caminhando
dançando e cantando cantigas de amor.
E no entanto é preciso cantar
Mais que nunca é preciso cantar
E alegrar a cidade.
A tristeza que a gente tem
Qualquer dia vai se acabar
Todos vão sorrir
Voltou a esperança
É o povo que dança,
contente da vida,
feliz a cantar.
Porque são tantas coisas azuis
e há tão grandes promessas de luz
Tanto amor para dar
e que a gente nem sabe...
Quem me dera viver pra ver
e brincar noutros carnavais
com a beleza dos velhos carnavais
Em marchas tão lindas
e o povo cantando seu canto de paz.
Baden Powell e Vinicius completam:
É melhor ser alegre que ser triste
A alegria é a melhor coisa que existe
É assim como a luz no coração...
(Principalmente se não vier "engarrafada"!)
Mas não vale desanimar, afinal, "pra fazer um samba com beleza é preciso um bocado de tristeza, senão não se faz um samba, não"... Nem poesia!
Um feliz resto de ano para todos...Ou será que o ano começa agora?!
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Aviso aos navegantes
Justificativas virão a seguir, mas o grande aviso é:
www.vamoscirandar.wordpress.com
é a nova casa onde serão cantadas e dançadas as nossas cirandas.
Explicações dadas pela administração do “condomínio” (Bel, que administro tecnologicamente este blog de Dinah):
O Haloscan é o grande responsável pela mudança. Explico: Instalado neste blog desde os primórdios, ele foi, junto com os posts, cenário para belas ou homéricas discussões (no bom sentido, claro!) entre os leitores e a blogueira, e mesmo os leitores entre si. Tornou-se, então, uma atração à parte, O blog sem a caixinha do Haloscan não seria o mesmo.
Só que… o Mr. Halo fez tal como o traficante, que oferece as primeiras doses de graça, para depois, consumada a dependência, cobrar – e caro – pelo objeto do vício. Não seria problema, se, ao pagar (10 dólares/ano), tivéssemos acesso AO MESMO SERVIÇO.
Fato é que eu (Bel) caí nesse vício, e literalmente, paguei pra ver, com medo de ficar sem meus maisdenãoseiquantosmil comentários em 4 anos de blog. Os tais 10 dólares anuais se mostraram um completo desperdício, pois o sistema para o qual fui obrigada a migrar, para não perder os comentários, é um labirinto sem saída para quem quer comentar. Nem todo mundo consegue a sorte de abrir o box, e menos leitores ainda conseguem comentar. A insatisfação é geral. (Vejam aqui o desespero de instruções para os meus leitores, e que não adiantaram muito.) Assim sendo, migrei, de malas mas sem bagagens (meus comentários não foram! buá!) para a plataforma Wordpress.
Desde então fiquei matutando sobre o que fazer com o Vamos Cirandar. Só encontrei uma solução: Migrar também, e levar as bagagens na mão grande. Estou ainda copiando comentário por comentário para as antigas postagens do blog no novo endereço, tenho até o dia 12 de fevereiro para fazer isso, data limite imposta pelo Mr. Halo para jogar no lixo tudo de bonito, engraçado e carinhoso que escrevemos em suas [agora] malditas caixinhas.
Falta [relativamente] pouco, de janeiro a agosto de 2009, os meses iniciais e finais já estão lá. E, para não me dar mais trabalho, [hehehe] qualquer comentário agora deve ser feito em www.vamoscirandar.wordpress.com .
Nossa poeta ainda está sem instruções detalhadas sobre como postar lá, e enquanto isso não acontece, vamos trabalhar com assistência remota: Ela me manda as postagens via e-mail, e eu coloco no lugar certo. Não é o ideal, mas é temporário. E como diziam os antigos, “o que não é pra sempre nóis sofre.”
Por gentileza, peço que alterem nos seus “favoritos” e também nos seus links o novo endereço da Ciranda. Ainda estou “arrumando a casa”, mas já podem começar as visitas!
Beijos mis,